As tecnologias educacionais e a cultura maker, no contexto escolar, devem ser compreendidas de forma articulada. Enquanto um criador de cultura se configura como uma abordagem pedagógica baseada no aprender fazendo, na experimentação e no protagonismo dos estudantes, as tecnologias atuam como mediações que potencializam essas práticas.
Minha atuação envolve o desenvolvimento de projetos pedagógicos em salas makers, com o uso de robótica educacional, programação plugada e desplugada, construção de protótipos e metodologias ativas, sempre articuladas ao currículo e à realidade da escola pública.
Este espaço reúne reflexões e relatos de experiência que discutem tanto as potencialidades quanto os limites institucionais dessas práticas, considerando aspectos como formação docente, gestão escolar, infraestrutura e equidade no acesso às tecnologias.
A proposta não é tratar e fazer cultura como soluções automáticas, mas como possibilidades pedagógicas que desativam intencionalidade, planejamento e compromisso com uma educação crítica, democrática e socialmente referenciada.
Comentários
Postar um comentário